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Primeiro Trailer do filme EU É GERALDO.
Filme de memórias produzido pela CAFÉ PINGADO FILMES.
Direção: Erick Leite, José Ricardo
Produção: Ana F. Amaral
Montagem: Daniel Ferreira
Fotografia: Marcello Marques e Daniel Ferreira
Som direto e mixagem: André Veloso
Atores: Rogério Araújo e Cristiano Araújo
em breve trailer do filme EU É GERALDO
na foto: Tidé Veloso (som direto), Gu Cavalieri (assist. direção), Daniel Ferreira (fotografia entrevistas, montagem e edição), Erick Leite (direção), Milton Gonçalves (ator entrevistado), Ana Flávia Amaral (produção), José Ricardo (direção).
O projeto de DOCUMENTÁRIO IGOR XAVIER está disponível para apoio.
Acesse o site
http://www.lets.bt/project/document-rio-contra-a-homofobia-igor-xavier
“Pessoas, sabem o que é ter um amigo com o qual vc cresceu, dividiu inúmeros momentos na escola, nas festas, nos espetáculos, nas platéias, numa praça, numa escola de dança, numa escola de teatro, numa mesa de bar, na leitura de um livro, de uma poesia, no cinema, pedaços de sonhos, sonhos inteiros, nas horas de rir e chorar, correr na chuva, rir de si mesmo, etc? E numa bela noite assisto a uma espetáculo de dança “Coreografia para ouvir” Grupo Quasar. Sai do teatro encantado e penso “o Igor tem que assistir esse espetáculo” e no mesmo instante o celular toca e do outro lado alguém te diz: Igor foi assassinado!………………….. o que fazer????????? se não GRITAR POR JUSTIÇA!!!”
POR CARLOMAN BONFIM
O projeto de DOCUMENTÁRIO IGOR XAVIER está disponível para apoio.
Acesse o site, DE O SEU GRITO POR JUSTIÇA!
http://www.lets.bt/project/document-rio-contra-a-homofobia-igor-xavier
O projeto de DOCUMENTÁRIO IGOR XAVIER está disponível para apoio.
Acesse o site
http://www.lets.bt/project/document-rio-contra-a-homofobia-igor-xavier
em breve nos cinemas.
Equipe.
VRB!
Longa Metragem: Eu é Geraldo
Um queijo curado é aquele que, deixado em repouso, vai perdendo líquido e, junto dele, um pouco do sal, das proteínas e de tantas outras substâncias que compõem esse queijo. Pensemos então que, para um queijo curado, quanto menos queijo, mais queijo. Interessante observar que é na perda que esse queijo se constrói. Se pensarmos nessa analogia para a memória, teríamos não somente aquilo que se lembra, mas especialmente, aquilo que se perde. A memória é, por conseguinte, um “duplo gesto que se forma da reminiscência e do esquecimento”.
É a partir das lacunas, do ESQUECIMENTO, dos RESTOS DE MEMÓRIA que construiremos esse DOCUMENTÁRIO. Aqui, o que importa não é o que é real a partir das lembranças dos entrevistados, mas o que é possível a partir do que se esqueceu. AS REMINISCÊNCIAS DA MEMÓRIA DE GERALDO SANTOS PEREIRA, acometido por um Alzheimer, somadas às das pessoas que com ele conviveram, formarão um conjunto de lembranças daquilo que se foi, mas também do que está por vir. São as imagens coletadas de um coletivo de entrevistas que CONSTRUIRÃO uma história esquecida, apontando para um futuro, pois “é só no revivido que o vivido se deixa deslumbrar”.
Entendendo que todo esforço de memória é antes um esforço da linguagem, é precisamente nela, a linguagem que pretende descrever e criar continuidade almejada, que a própria continuidade se rompe: “o signo se erije sempre a partir do que já não é”, como um processo movido para o futuro. É a partir dessa descontinuidade temporal da memória que propomos a (des)construção de cenas, tradicionalmente denominadas fictícias, atuadas em um galpão, que comporão fatos marcantes daquilo que foi rememorado pelo próprio Geraldo e entrevistados. O cenário dessas tomadas evidenciarão essa descontinuidade temporal e misturará personagens e principalmente espaços marcados de cada momento da vida do cineasta., como Paris, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Tais cenas, somadas às entrevistas, refletirão não somente na busca pela história de Geraldo, mas também em uma fase importante do cinema Brasileiro, na qual o cineasta foi uma das principais figuras atuantes.
Retomando a analogia do queijo, o esforço do filme é em direção à cura de uma escrita através do documentário que procura (re)construir a história de um grande cineasta, deixando para a posteridade relatos de uma época importante do cinema nacional e mundial.
Adicionalmente e tangencialmente, o filme aborda a IMPORTÂNCIA DA PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO DA MEMÓRIA CINEMATOGRÁFICA.
“Um filme de memórias”. Talvez seja essa a melhor definição para o mais novo longa produzido pela Café Pingado Filmes. Após breve período de entrevistas no Rio de Janeiro com figuras como Cacá Diegues (foto), Carlos Vereza, Milton Gonçalves, Maurício Gonçalves, Ruth de Souza, Maria Ceiça, Neville d’Almeida, Joel Zito, Ernane Heffner e Ivo Pitanguy, o filme retomou as filmagens no Galpão Esquyna.
As cenas filmadas no Esquyna foram até o dia 22 de Dezembro. EU É GERALDO encontra-se agora em fase de finalização.
Fiquem atentos.
EU É GERALDO!
Roteiro decupado, cenas refeitas, diálogos pensados, alguns contatos de entrevistas mais próximos e seguimos o fluxo.
Segue a arte de FELIPE BUENO para o filme.
Então começam as filmagens do longa metragem GERALDO: FOTOGRAMAS DE UMA VIDA.
Depois de muito esperar, cronogramas a postos, equipamento preparado e começamos a jornada em busca do biografema de Geraldo Santos Pereira.
FIquem com um trecho do filme O SOL DOS AMANTES, dirigido por Geraldo.
Estas são as fotos, respectivamente, da FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA de Belo Horizonte e do ator RAÚL CORTEZ, no filme O SEMINARISTA.
O que essas duas fotos têm em comum?
Posso dizer que Raúl Cortez não foi somente ator do filme O Seminarista, como amigo de GERALDO PEREIRA, um dos primeiros cineastas a realizar um filme em cores no Brasil. Curiosidades de bastidores da gravação do filme, fatos interessantes sobre esse importante e talentoso ator que nos deixou a alguns anos fazem parte da memória de Geraldo.
Mas a pergunta fica: o que Raúl Cortez tem a ver com a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, principalmente em sua atuação em o seminarista?
Tudo.
O projeto de número 807/2010, do Fundo Municipal de Cultura, foi aprovado para a realização de um longa documental que buscasse em Geraldo e seus amigos, as memórias desse cineasta e sua atuação política para o desenvolvimento do cinema brasileiro. Infelizmente, devido ao homérico atraso da FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA DE BELO HORIZONTE, o filme corre o risco de nunca mais ter os relatos de Geraldo sobre Raúl Cortez e outros vários momentos importantes da historiografia de nosso cinema. Geraldo Pereira sofre de Alzheimer e por isso, com o passar do tempo, suas lembranças vão se tornando mais raras e os fatos de sua vida cada vez mais intocáveis.
É com muita tristeza, amigos leitores, que informo que é unica e exclusivamente pelo descaso da Fundação que o projeto não pode receber ao menos a sua PRIMEIRA PARCELA para poder alugar os equipamentos básicos para o início do filme. Esse problema se AGRAVA quando descobrimos que a Fundação já lançou o edital de 2011. Pensem bem, a Fundação está lançando um novo edital sem ao menos cumprir seu compromisso com os projetos de 2010. Que descaso é esse?
Geraldo não foi só um ícone do cinema, ele atuou politicamente em defesa dos brasileiros na época em que a Itália dominava a Vera Cruz, fazendo uma revolução naquela “indústria”, dando voz a todos os cineastas de nosso país.
Geraldo foi amigo de JK, Guimarães Rosa, Manuel Bandeira, Silvio Santos, Ivo Pitanguy, Niemeyer e outros grandes nomes de nossa história.
Se você ainda quer ver o que Geraldo Pereira tem a nos contar, por favor, envie seu email de apoio à nossa insatisfação com a FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA. Iremos juntar o seu apoio à nossa reclamação e registrar tudo na Fundação.
Agradecemos seu apoio:
Equipe Café Pingado Filmes
cafepingado@cafepingadofilmes.com.br
PROJETO MALETTA: UMA EXPERIMENTAÇÃO DE ATORES
Em breve, mais um projeto da Café Pingado. Aguardem!